O Anjo da História

prof. Delmonte

< Absolutismo (testes)  > (dissertativas)

1 - (ALFENAS - 2000) “O Estado sou Eu”. Essa frase de Luís XIV indicava uma particular organização do Estado Moderno. São suas características:

 

a) dirigir a economia, legislar, nomear ministros e criar tributações.

b) manipular a nobreza e a burguesia.

c) concentrar poderes à disposição do parlamento.

d) estabelecer a balança comercial favorável e o metalismo.

e) manter o monopólio e criação de tributos.

 

2 - (UNIBH - 1999) Leia o trecho abaixo com atenção, pois suas afirmativas podem ser falsas ou verdadeiras.

 

O Absolutismo Monárquico foi a forma política que predominou nos Tempos Modernos e que consiste “num poder não partilhado, concentrado na pessoa do rei. Seu caráter pessoal é o que os sociólogos políticos chamam hoje de personalização do poder”. Na França, o absolutismo atingiu o seu auge com a dinastia Bourbon.

 

Pode-se afirmar que o texto acima é

 

a) parcialmente correto, pois o absolutismo predominou na Idade Média.

b) parcialmente correto, já que o poder era partilhado com o Parlamento.

c) totalmente falso.

d) totalmente verdadeiro.

 

3 - (FUVEST - 1995) "Após ter conseguido retirar da nobreza o poder político que ela detinha enquanto ordem, os soberanos atraíram para  a corte e lhe atribuíram funções políticas e diplomáticas"

Esta frase, extraída da obra de Max Weber, "Política como Vocação" refere-se ao processo que, no Ocidente,

 

a) destruiu a dominação social da nobreza, na passagem da Idade Moderna para a Contemporânea.

b) estabeleceu a dominação social da nobreza, na passagem da Antiguidade para a Idade Média.

c) fez da nobreza uma ordem privilegiada, na passagem da Alta Idade Média para a Baixa Idade Média.

d) conservou os privilégios políticos da nobreza, na passagem do Antigo Regime para a Restauração.

e) permitiu ao Estado dominar politicamente a nobreza, na passagem da Idade Média para a Moderna.  

 

4 - (PUC - MG - 1999) “O Estado sou eu”. Essa frase de Luís XIV, rei de França, expressa de fato:

 

a) a indefinição de funções no Antigo Regime.

b) o conceito de nação nos Tempos Modernos.

c) o nacionalismo exacerbado da transição feudal – capitalista.

d) o poder ilimitado dos reis no Estado Absolutista.  

e) a identificação dos monarcas com suas nações.

 

5 - (PUC - MG - 1999) Oriundo da crise do feudalismo, o Estado Absolutista representou a orga-nização política dominante na sociedade européia entre os séculos XV e XVIII, podendo ser caracterizado pela:

 

a) supressão dos monopólios comerciais, possibilitando o desenvolvi-mento das manufaturas nacionais.

b) quebra das barreiras regionalistas do feudo e da comuna, agilizando e integrando a economia nacional.  

c) abolição das formas de exploração das terras típicas do feudalismo, tornando a sociedade mais dinâmica.

d) ascensão política do grupo burguês, que passa a gerir o Estado segundo seus interesses particulares.

e) ausência efetiva de instrumento de controle, quer no plano moral ou temporal, sobre o poder do rei.

 

6 (PUC - PR - 2000) - O Absolutismo Real foi consagrado no plano teórico por alguns filósofos e pensadores, que o explicaram como necessário e justo.

Numere a coluna II pela coluna I, e depois assinale a alternativa que contém a seqüência correta:

 

Coluna I

( 1 ) Nicolau Maquiavel 

( 2 ) Jean Bodin

( 3 ) Thomas Hobbes

( 4 ) Jacques Bossuet    

 

Coluna II

(  ) Seis livros da República

(  ) O Leviatã

(  ) Política resultante das Sagradas  Escrituras

(  ) O Príncipe

 

a) 2 - 3 - 1 - 4

b) 4 - 3 - 1 - 2

c) 3 - 2 - 4 - 1

d) 2 - 3 - 4 - 1

e) 2 - 4 - 1 - 3

 

7 - (PUC - RS - 1999) O filósofo inglês Thomas Hobbes, no século XVII, defendeu ferrenhamente o poder absoluto dos reis para governar. Seus pressupostos políticos são encontrados na obra

 

a) O príncipe.

b) Utopia.

c) Leviatã.

d) Segundo tratado sobre o governo.

e) Do espírito das leis.

 

8 - (UFLA - 2000) Apresentamos abaixo, três obras representativas do absolutismo (coluna 1) e as principais idéias nelas contidas (coluna 2).

Numere a coluna 2 de acordo com a coluna 1 e identifique a alternativa que apresenta a seqüência CORRETA:

 

 

COLUNA 1

1. O Príncipe (1513-16)

2. Leviatã (1651)

3. A República (1576)

 

COLUNA  2

(   ) Defende a soberania do Estado e o caráter divino do monarca, não havendo limites à autoridade do mesmo;

(   ) Afirma haver a necessidade de um Estado nacional forte, independente da Igreja e encarnado na figura do chefe de governo;

(   ) Justifica o surgimento do Estado enquanto um contrato social. Sem a existência do Estado, a humanidade viveria em permanente situação de guerra.

 

a)  2,  1,  3

b)  1,  3,  2

c)  3,  2,  1

d)  3,  1,  2  

e)  1,  2,  3

 

9 - (UFPB - 1995) O absolutismo foi o regime político genuíno dos tempos modernos. Entre os seus teóricos, destaca-se Thomas Hobbes, autor de “O Leviatã”. A sua concepção de poder pode ser assim resumida:

 

a) Todas as atividades destinadas ao benefício do Estado são legítimas, uma vez que os fins justificam os meios.

b) A política e a moral não se separam, pois o bem do Estado está ligado ao bem do indivíduo.

c) O melhor Estado é o democrático, entendido como um contrato entre o soberano e seus súditos.

d) A monarquia hereditária é o melhor governo, pois tem origem divina, é mais natural e se perpetua por si mesma.

e) O poder do Estado soberano é ilimitado, onde a lei, a propriedade e as doutrinas devem ser rigidamente por ele controladas.

 

10 - (UFPEL - 2000) Maquiavel aconselhou aos governantes do início da Idade Moderna formas de como manter o poder.

                              

“É de notar-se, aqui, que, ao apoderar-se de um Estado, o conquistador deve determinar as injúrias que precisa levar a efeito, e executá-las todas de uma só vez, para não ter que renová-las dia a dia. Deste modo, poderá incutir confiança nos homens e conquistar-lhes o apoio, beneficiando-os. Quem age por outra forma, ou por timidez ou por força de maus conselhos, tem sempre necessidade de estar com a faca na mão e não poderá nunca confiar em seus súditos, porque estes, por sua vez, não se podem fiar nele, mercê das suas recentes e contínuas injúrias. As injúrias devem ser feitas todas de uma só vez, a fim de que, tomando-se-lhes menos o gosto, ofendam menos. E os benefícios devem ser realizados pouco a pouco, para que sejam melhor saboreados.”

(MAQUIAVEL, Nicolau. “O Príncipe”. (Coleção Os Pensadores) 1º ed. São Paulo: Abril Cultural, 1973, p. 44).

 

Suas idéias são características da conjuntura histórica que, na Europa, favoreceu

 

a) a Escolástica e as Corporações de Ofício nas cidades.

b) o Teocentrismo e a fragmentação política do Império Romano.

c) o Renascimento e a centralização política que levou à formação dos Estados Nacionais.

d) o Iluminismo e o Liberalismo Econômico.

e) o Despotismo Esclarecido e a Revolução Industrial.

11 - (UFRJ - 1998)  “Três razões fazem ver que este governo é o melhor. A primeira é que é o mais natural e se perpetua por si próprio... A segunda razão é que esse governo é o que interessa mais a conservação do Estado... A terceira razão tira-se da dignidade das casas reais...”

 

ANDERSON, Perry. Linhagens do estado absolutista. São Paulo, Brasiliense, 1985. p. 18.

 

Segundo Perry Anderson, um dos maiores estudiosos do absolutismo Ocidental, este era apenas um aparelho de dominação feudal recolocado e reforçado, destinado a sujeitar as massas camponesas à sua posição social tradicional...Visando a dominação ideológica, foram criadas inúmeras teorias, cujo objetivo era justificar o poder centralizado dos reis, na formação dos Estados Modernos.

 

Correlacionando os principais teóricos do Absolutismo às suas idéias,

 

1)  Thomas Hobbes e H. Grotius

2)  Nicolau Maquiavel

3)  Jean Bodin e Jacques Bossuet

 

(  ) “o trono real não é o trono de um homem, mas do próprio Deus...”.

(  ) “o Príncipe não deve se importar com se expor à infâmia dos vícios, sem os quais seria difícil salvar o poder...”.

(  ) um governo  deve  ser forte, para que a paz e a ordem sejam  mantidas, evitando assim que o homem se torne  “Lobo do Próprio Homem”.

 

A opção correta é:

 

a)  1,  2,  3.

b)  3,  2,  1.

c)  2,  3,  1.

d)  1,  3,  2.

e)  3,  1,  2.

 

12 - (UNIFOR - 1998) Em relação ao processo de formação do absolutismo monárquico, pode-se afirmar que nos séculos XVI e XVII, a autoridade real

 

a) fortaleceu-se com as teorias que justificaram o poder ilimitado dos reis, quer do ponto de vista racional como a de Hobbes, quer sob o aspecto religioso, como a de Bossuet.

b) enfraqueceu-se com as doutrinas das reformas religiosas que atacavam a idéia de origem divina do poder real e a corrupção da realeza.

c) entrou em decadência com a divulgação dos ideais humanistas que se opunham à doutrina, da soberania do Estado a qual colocava o rei como árbitro supremo das decisões políticas.

d) atingiu o apogeu com os movimentos populares que apoiava as teorias da origem legítima das monarquias constitucionais.

e) reforçou-se com o movimento iluminista que defendia a concentração do poder nas mãos dos reis quer sob o ponto de vista do empirismo, como as de Francis Bacon, quer sob o aspecto do racionalismo, como a de René Descartes.

 

13 - (UNIFOR - 1999) A respeito da sociedade do Antigo Regime é correto afirmar que

 

a) a etiqueta pode ser inserida numa estratégia política de dominação, no momento de constituição das Cortes, as quais se ligam à formação do Estado Moderno, num longo processo de concentração de poder e de um ritual de adoração ao rei ou príncipe.

b) após a Revolução Francesa a etiqueta tornou-se mais rígida, regulando a mobilidade social e marcando os comportamentos da burguesia, que deveria treinar cada um de seus gestos para dar a impressão de uma sociedade estável.

c) a condição para ser cavaleiro, doutor ou sacerdote era a de nascimento ou herança porque cada condição dependia do fato de se pertencer a uma ordem. A ordem por excelência era a dos sacerdotes, da qual derivavam as demais ordens.

d) as casas ganharam uma nova espacialização interna, com funções determinadas para cada aposento como: dormir, comer, receber visitas. Tais hábitos foram logo copiados pela nascente burguesia mercantil, ávida em copiar os costumes da nobreza.

e) a etiqueta foi um importante instrumento de ascensão social para a nascente burguesia, uma vez que suas regras possibilitavam aos homens expressarem seus costumes de modo a obter prestígio.

 

14. (PUC-MT) O principio de que “os fins justificam os meios” adapta-se à filosofia política de:

 

a) Thomas Morus.

b) Montaigne.

c) Maquiavel.

d) Calvino.

e) Erasmo de Rotterdam.

15. (FGV) A História tem mostrado que os interesses de certos grupos sociais colocam, em determinados momentos, a ordem e a segurança como valores supremos da sociedade. O absolutismo decorreu de um destes momentos, havendo inclusive uma teoria política elaborada para justificá-lo. Dentre os pensadores que contribuíram para essa teoria política encontram-se:

 

a) Voltaire, Jonh Locke e Montesquieu.

b) Jean Bodin, Thomas Hobbes e Hugo Grotius.

c) Jean-Jacques Rosseau, François Quesnay e Jean de la Fontaine.

d) David Hume, Jean Racine e Adam Smith.

e) Daniel Defoe, Jonathan Swift e François Rabelais.

 

16. (UERJ) “OS meios de persuasão empregados por governantes do século XX como Hitler; Mussolini e Stalin - e, em menor grau, pelos presidentes franceses e norte-americanos, são análogos, sob certos aspectos importantes, aos meios empregados por Luís XIV.”

(BURKE, Peter. A Fabricação do Rei. Rio de Janeiro, zahar Ed., 1994.)

 

Na época de Luís XIV, esses meios de persuasão para se fabricar a imagem pública do rei justificavam-se em função da lógica inerente ao absolutismo.

 

Esse regime político pode ser definido corno um sistema em que:

 

a) o poder se restringia a um Só homem, sem leis.

b) a centralização do poder na figura do rei era legitimada através do povo.

c) os grupos e instituições não tinham o direito de opor-se às decisões do rei.

d) a tradicional divisão dos poderes - executivo, legislativo e judiciário - era o desejo do soberano.

 

17. (VUNESP) “A monarquia absoluta foi uma forma de monarquia feudal diferente da monarquia dos Estados medievais que a precedeu; mas a classe dominante permaneceu a mesma, tal como uma república, uma monarquia constitucional e uma ditadura fascista podem ser todas (elas) formas de dominação burguesa.”

 

(Christopher Hill, “Um comentário”, citado por Perry Anderson em Linhagens do Estado absolutista.)

O texto apóia a seguinte afirmação:

 

a) os Estados medievais precederam a monarquia.

b) a expressão “monarquia feudal não é aplicável aos Estados medievais.”

c) os Estados medievais podem ser considerados Estados de transição.

d) o absolutismo foi uma forma de dominação feudal.

e) o absolutismo foi politicamente neutro do ponto de vista social.

 

18. (FAFI-BH) Leia atentamente o texto abaixo:

“Daqui nasce um dilema: é melhor ser ama­do que temido, ou o inverso? Respondo que seria preferível ser ambas as coisas, mas, como é muito difícil conciliá-las, parece-me muito mais seguro ser temido do que amado, se só puder ser uma delas. Há uma coisa que se pode dizer de todos os homens: que são ingratos, mutáveis, dissimulados, inimigos do perigo, ávidos de ganhar (...) Acima de tudo, convém que se abstenha de tocar nos bens doutrem, porque os homens esquecem mais depressa a morte do seu pai do que a perda do seu patrimônio.”

 

O texto acima é do século XVI e expressa as idéias de um dos grandes teóricos do poder absoluto dos reis. Esse teórico e sua obra fundamental são:

 

a) Thomas Hobbes e o “Leviatã”.

b) Maquiavel e “O Príncipe”.

c) Jean Bodin e “Os seis livros sobre a República”.

d) Jacques Bossuet e “Política tirada da Sagrada Escritura”.

e) Hugo Grotius e “Da Monarquia”.

 

19. (CESESP - PE) Para os técnicos do Absolutismo o ideal político era “um Rei, uma fé, uma lei”. Vários fatores motivaram seu aparecimento na Europa. Assinale o que não pode ser considerado como uma de suas causas:

 

a) influência de escritores como Hobbes e Maquiavel

b) diminuição do poder dos antigos senhores feudais

c) formação de exércitos nacionais

d) formação de uma burguesia economicamente forte e desejosa de paz

e) ampliação do direito de cunhagem de moedas

 

20 .(UNIFIC - RS) A expressão -- O Estado sou eu -  atribuída a Luís XIV, está relacionada com o seguinte conceito:

 

a) “Grupo de autoridades governamentais possuidoras de certas características de excessiva formalidade, uso de verbosidade e jargão como base de comunicação, inflexibilidade de procedimento e insistência a respeito dos poderes de seu cargo”.

b) “As funções políticas necessárias à sociedade devem ser exercidas por federações sindicais independentes, em bases regionais, nacionais e internacionais”.

c) “Forma de governo em que os membros de uma sociedade agem como autoridade na elaboração política ou são representadas por pequeno número de pessoas que realizam essa elaboração em nome deles”.

d) “Crença diretamente oposta à do individualismo de que a sociedade deve ser organizada na base de controle coletivo da produção econômica e das decisões políticas.”

e) “Forma de governo em que os governantes assumem poder total em virtude de atributos pessoais, de autoridade ou da natureza das leis que interpretam ou aplicam”.

 

21. (FGV) O Absolutismo, como pensamento político, tem sua maior expressão na obra denominada Leviatã. Seu autor discute, neste livro, a origem da autoridade do soberano negando sua origem divina, contrapondo a idéia de que o soberano nasce da vontade dos homens expressa na celebração de um contrato. O autor de Letiatã é:

 

a) John Locke;

b) Hugo Grotius;

c) Isaac Newton;

d) David Hume,

e) Thomas Hobbes.

 

22. (Vunesp) O início da Época Moderna está ligado a um processo geral de transformações humanística, artística, cultural e política. A concentração do poder promoveu um tipo de Estado. Para alguns pensadores da época, que procuraram fundamentar o Absolutismo,

a) a função do Estado é agir de acordo com a vontade da maioria.

b) a História se explica pelo valor da raça de um povo.

c) a fidelidade ao poder absoluto reside na separação dos três poderes.

d) o rei reina por vontade de Deus, sendo assim considerado o seu representante na Terra.

e) a soberania máxima reside no próprio povo.

 

23. (Puccamp) Dentre as instituições políticas do Estado Moderno, aquela que mais o caracteriza é o

a) absolutismo monárquico, nova forma política assumida cujos fundamentos estavam expressos na SUMA TEOLÓGICA de Tomás de Aquino.

b) mercantilismo que serviam para justificar o enriquecimento da Igreja Católica, mas não traduziam os interesses do monarca absolutista.

c) absolutismo monárquico que intervinha na vida econômica.

d) liberalismo praticado pelos Príncipes, mas limitado pela tradição e pelo equilíbrio entre as classes sociais.

e) absolutismo monárquico que punha em prática uma política econômica de características não intervencionistas, quase liberais - a política mercantilista.

 

24. (Cesgranrio) Assinale a opção que expressa corretamente uma prática dos Estados Modernos Absolutos europeus nos séculos XV - XVIII.

a) Combate aos privilégios da nobreza.

b) Centralização política e administrativa.

c) Política econômica liberal.

d) Fragmentação territorial.

e) Abandono do tributarismo e do fiscalismo.

 

25. (Faap) Principalmente a partir do século XVI vários autores passam a desenvolver teorias, justificando o poder real. São os legistas que, através de doutrinas leigas ou religiosas, tentam legalizar o Absolutismo. Um deles é Maquiavel: afirma que a obrigação suprema do governante é manter o poder e a segurança do país que governa. Para isso deve usar de todos os meios disponíveis pois que "os fins justificam os meios." Professou suas idéias na famosa obra:

a) "Leviatã"

b) "Do Direito da Paz e da Guerra"

c) "República"

d) "O Príncipe"

e) "Política Segundo as Sagradas Escrituras"

 

26. (Fei) A famosa frase atribuída a Luis XIV: "O Estado sou eu", define:

a) o absolutismo;

b) o iluminismo,

c) o liberalismo;

d) o patriotismo do rei;

e) a igualdade democrática.

 

27. (Fgv) Os Tratados de Westfália (Münster e Osnabruch), que puseram fim à Guerra dos Trinta Anos (1618-1648), tiveram ampla repercussão, tendo em vista que

a) consagraram os princípios de uma ideologia católica, absolutista e autoritária, que foram impostos pela França.

b) romperam com o estatuto que definia a estabilidade política e religiosa das nações européias.

c) atraíram a participação da Inglaterra para a solução dos problemas continentais advindos da evolução econômica.

d) acabaram com a política de hegemonia dos Habsburgos e impediram, provisoriamente, a idéia de uma unidade imperial da Europa.

e) permitiram à Espanha, então governada por Filipe IV, obter bases marítimas nos Países Baixos e nas Províncias Unidas.

 

28. (Fgv) Acerca do Absolutismo na Inglaterra, NÃO é possível afirmar que:

a) Fortaleceu-se com a criação da Igreja Anglicana.

b) Foi iniciado por Henrique VIII, da dinastia Tudor, e consolidado no longo reinado de sua filha Elizabeth I.

c) A política mercantilista intervencionista foi fundamental para a sua solidificação.

d) Foi conseqüência da Guerra das Duas Rosas, que eliminou milhares de nobres e facilitou a consolidação da monarquia centralizada.

e) O rei reinava mas não governava, a exemplo do que ocorreu durante toda a modernidade.

 

29. (Ufmg) Leia o texto.

"Por enquanto, ainda el-rei está a preparar-se para a noite. Despiram-no os camaristas, vestiram-no com o trajo da função e do estilo, passadas as roupas de mão em mão tão reverentemente como relíquias santas, e isto se passa na presença de outros criados e pagens, este que abre o gavetão, aquele que afasta a cortina, um que levanta a luz, outro que lhe modera o brilho, dois que não se movem, dois que imitam estes, mais uns tantos que não se sabe o que fazem nem porque estão. Enfim, de tanto se esforçarem todos ficou preparado el-rei, um dos fidalgos retifica a prega final, outro ajusta o cabeção bordado."

                        (SARAMAGO, José. MEMORIAL DO CONVENTO.)

 

Nesse texto Saramago descreve o cotidiano na corte no período de consolidação do Estado Moderno.

Todas as alternativas referem-se ao Absolutismo Monárquico, EXCETO

a) A classe dominante, durante toda a época moderna, não era mais a mesma do período feudal tanto política quanto economicamente.

b) A história do Absolutismo Monárquico é a história da lenta reconversão da nobreza a um papel parasitário, o que lhe permitiu regalias.

c) A nobreza passou por profundas transformações no período monárquico de centralização, mas nunca foi desalojada do poder político.

d) O Absolutismo era um rearranjo do aparelho de dominação, destinado a sujeitar as massas camponesas, que sublevadas questionavam o papel tradicional da nobreza.

e) O Estado Absolutista era uma nova carapaça política de uma nobreza atemorizada, que passou a ocupar um lugar junto ao Rei, se tornando cortesã.

 

30. (Ufmg) Todas as alternativas apresentam fatores que permitiram o avanço do Anglicanismo, EXCETO

a) A fusão de dogmas protestantes ao formalismo dos ritos católicos.

b) O avanço das doutrinas protestantes entre as camadas populares.

c) O fortalecimento do internacionalismo do Papa a partir do Vaticano.

d) O interesse pelas propriedades da Igreja, especialmente pelas suas terras.

e) O objetivo do rei de fortalecer seu poder absolutista monárquico.

 

 

 

GABARITO 1 - A / 2 - D / 3 - E / 4 - D / 5 - B / 6 - D / 7 - C / 8 - D / 9 - E / 10 - C / 12 - A / 13 - A / 14 - C / 15 - B / 16 - C / 17 - D / 18 - B / 19 - E / 20 - E / 21 - E / 22 - D / 23 - C / 24 - B / 25 - D / 26 - A / 27 - D / 28 - E / 29 - A / 30 - C